Professores do curso de Biblioteconomia participaram na elaboração do “Dicionário: trabalho, profissão e condição docente”

dicionario_tra_prof_cond_doc Lançado recentemente, o “Dicionário: trabalho, profissão e condição docente” é uma obra que contém termos e expressões comumente utilizados em pesquisas acadêmicas sobre educação.

Os professores Dalgiza Andrade Oliveira e Edivanio Duarte de Souza do curso de Biblioteconomia da UFAL colaboraram na elaboração do dicionário, que foi organizado pelo Gestrado/UFMG (Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho Docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais).
Um dos verbetes que podem ser encontrados no dicionário fala sobre a história da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. O tópico resume os mais de 11 anos de existência do movimento social, período em que teve forte influência no cenário educacional do Brasil. O destaque vai para a atuação em temas como PNE (Plano Nacional de Educação), Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial) e Conferência Nacional de Educação.

A obra foi construída por 380 autores de 17 países diferentes, contém 433 verbetes e é baseada na pesquisa “O trabalho docente na Educação Básica no Brasil”, também desenvolvido pelo Gestrado. De acordo com uma das coordenadoras editoriais, Danila Andrade Oliveira, o objetivo é “apresentar os termos e conceitos utilizados na pesquisa a fim de analisar a situação dos professores no Brasil”. O dicionário está disponível apenas em CD-ROM, mas também poderá ser encontrado nas versões impressa e on line a partir de 2011.

Sobre a pesquisa – O estudo foi desenvolvido em 2009 e 2010 nos estados do Pará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Espírito Santo e contou com o apoio da Secretaria de Educação Básica do MEC. A pesquisa avalia as condições de trabalho de professores e demais profissionais que atuam na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio, levando em conta seus perfis sócio-econômico e cultural. A análise abrange cerca de 9 mil pessoas que trabalham em escolas públicas das redes estadual e municipal e em instituições de ensino conveniadas com o poder público.

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